segunda-feira, 5 de julho de 2010

Você sabe o que é Bullying?

O bullying escolar na infância é uma prática observada em várias culturas

Bullying é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - "tiranete" ou "valentão") ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender.

Abaixo, alguns exemplos das técnicas de bullying:

- Insultar a vítima; acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada.
- Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
- Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os
- Espalhar rumores negativos sobre a vítima.
- Depreciar a vítima sem qualquer motivo.
- Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando a vítima para seguir as ordens.
- Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully.
- Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência.
- Isolamento social da vítima.
- Usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento, de publicação de fotos etc).
- Chantagem.
- Expressões ameaçadoras.
- Grafitagem depreciativa.
- Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com freqüência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").
- Fazer que a vitima passe vergonha na frente de varias pessoas

Condenações legais

Dado que a cobertura da mídia tem exposto o quão disseminada é a práctica do bullying, os júris estão agora mais inclinados do que nunca a simpatizar com as vítimas. Em anos recentes, muitas vítimas têm movido ações judiciais diretamente contra os agressores por "imposição intencional de sofrimento emocional", e incluindo suas escolas como acusadas, sob o princípio da responsabilidade conjunta. Vítimas norte-americanas e suas famílias têm outros recursos legais, tais como processar uma escola ou professor por falta de supervisão adequada, violação dos direitos civis, discriminação racial ou de gênero ou assédio moral.

Em maio de 2010 a Justiça obrigou os pais de um aluno do Colégio Santa Doroteia, no bairro Sion de Belo Horizonte a pagar uma indenização de R$ 8 mil a uma garota de 15 anos por conta de bullying. A estudante foi classificada como G.E. (sigla para integrantes de grupo de excluídos) por ser supostamente feia e as insinuações se tornaram frequentes com o passar do tempo, e entre elas, ficaram as alcunhas de tábua, prostituta, sem peito e sem bunda. Os pais da menina alegaram que procuraram a escola, mas não conseguiram resolver a questão. O juiz relatou que as atitudes do adolescente acusado pareciam não ter "limite" e que ele "prosseguiu em suas atitudes inconvenientes de 'intimidar'", o que deixou a vítima, segundo a psicóloga que depôs no caso, "triste, estressada e emocionalmente debilitada". O colégio de classe média alta não foi responsabilizado.

Na USP, o jornal estudantil O Parasita ofereceu um convite a uma "festa brega" aos estudantes do curso que, em troca, jogarem fezes em um gay. Um dos alunos a quem o jornal faz referência chegou a divulgar, em outra ocasião, estudantes da Farmácia chegaram a atirar uma lata de cerveja cheia em um casal de homossexuais, que também era do curso, durante o tradicional happy hour de quinta-feira na Escola de Comunicações e Artes da USP. Ele disse que não pretende tomar nenhuma providência judicial contra os colegas, embora tenha ficado revoltado com a publicação da cartilha.

Também em junho de 2010, um aluno de nona série do Colégio Neusa Rocha, no Bairro São Luiz, na região da Pampulha de Belo Horizonte foi espancado na saída de seu colégio, com a ajuda de mais seis estudantes armados com soco inglês.
A vítima ficou sabendo que o grupo iria atacar outro colega por ele ser "folgado e atrevido", sendo inclusive convidada a participar da agressão.

Em entrevista ao Estado de Minas, disse: Eles me chamaram para brigar com o menino. Não aceitei e fui a contar a ele o que os outros estavam querendo fazer, como forma de alertá-lo. Quando a dupla soube que contei, um deles colocou o dedo na minha cara e me ameaçou dentro de sala, durante aula de ciências. Ele ainda ligou, escondido, pelo celular, para outro colega, que estuda pela manhã, e o chamou para ir à tarde na escola.

Durante 2010, Bárbara Evans, filha da modelo Monique Evans, estudante da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo (onde cursa o primeiro ano de Nutrição), entrou na Justiça com um processo de bullying realisado por seus colegas. No sábado à noite, o muro externo do estacionamento do campus Centro foi pichado com ofensas à ela e à sua mãe.


Fonte: Wikipédia

Exposição dos alunos do Atelier Arte Faz Parte na Nipon Livraria Indaiatuba-SP

Há algumas semanas atrás, a artista plástica Adriana Ferrari (Atelier Arte Faz Parte), escolheu a NIPON Livraria para expor a arte e a criatividade de seus alunos. As pinturas são resultados do talentoso trabalho de ensino de arte e cultura da artista. O evento na NIPON ocorreu pela afinidade de pensamento entre Adriana e Natália Ohori (NIPON) que acreditam no sólido conceito da arte-educação.

Adriana Ferrari e Natalia Ohori

Fotos: Eliege Signorelli

sábado, 3 de julho de 2010

Feijoada da Fiec Indaiatuba

Luciana Mello em Indaiatuba

Saiba um pouco sobre Blu-Ray

 Os filmes em alta definição exigiam que um novo formato de mídia fosse criado para suportar algumas horas nessa densidade de dados. O Blu-Ray (ou raio azul) foi desenvolvido por empresas filiadas à Sony e recebeu este nome por causa da cor do seu raio de leitura.
Com sua grande capacidade de armazenamento, os discos Blu-Ray podem guardar e reproduzir enormes quantidades de vídeo e áudio em alta definição, assim como fotos, dados e outros conteúdos digitais.
O consórcio Blu-ray Disc Founders, formado pelas companhias responsáveis pela criação do projeto e outras que se interessaram posteriormente, como a Sony, Pionner, LG, Dell, Philips, Samsung e 20th Century Fox, foi criado para aprimorar esta tecnologia. Além de armazenar mais informação e ter uma taxa de transferência superior a de um disco de DVD, ainda é mais resistente a riscos e obstruções por sujeira.

Discos de 100 GB

O novo formato é capaz de armazenar 25 GB de informação com uma camada simples e 50 GB com duas camadas, mas existem modelos de 100 GB, com quatro camadas, e projetos para capacidades ainda maiores.

Os discos Blu-ray têm praticamente as mesmas dimensões de um disco de CD ou de DVD, mas armazena muito mais informações. Nos dispositivos de DVD, o feixe de laser para leitura e gravação, tem a cor vermelha.
No laser azul-violeta, do Blu-ray, o comprimento de onda é menor. Graças a isso, o feixe de laser pode focalizar os pontos de informação e dados gravados no disco com maior precisão, permitindo que eles sejam menores, assim, sendo menores cabem mais pontos de dados no disco.

Fonte: http://www.webdig.com.br
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